Como a Atlassian está revolucionando a sua força de trabalho com as práticas remotas


Trabalhar de onde e quando quiser não é uma realidade que pode ser aplicada para todas as organizações em tempo integral - nós sabemos disso. Somado à isso, existem mudanças de mindset e diversos desafios que precisam ser encarados. Por outro lado, nada impede que você e seu time comecem a implementar, em pequenas doses, o hábito de trabalhar remoto. Se a sua equipe ainda não está se sentindo segura o suficiente, talvez alguns bons exemplos possam inspirar: descubra como a Atlassian está revolucionando a força de trabalho da empresa.

A Atlassian começou a explorar o trabalho remoto após a aquisição do Trello, uma empresa composta em sua maioria por colaboradores remoto, em 2017. Neste momento, a Atlassian também estava expandindo o seu time na Austrália e foi nesse período que se viu com dificuldades para encontrar profissionais, porém ainda era receosa com os riscos do trabalho remoto. 

Foi então que uma grande ideia surgiu: a equipe criou uma avaliação remota para determinar quais equipes australianas da Atlassian estavam preparadas para adicionar funcionários remotos. A empresa publicou vagas específicas para essas áreas e, após isso, criou uma equipe piloto. 

"É mais provável que as pessoas tentem alguma coisa ou aprendam sobre elas sabendo que estamos testando e pilotando antes de abrir totalmente as portas" - Nicki Bellington, Gestor de Recursos Humanos da Atlassian em entrevista para CNBC. 

Desde então, a Atlassian alcançou resultados significativos: 

  • Expandiu para mais de 300 funcionários remotos - o que representa 8% de sua força de trabalho e, aproximadamente, um terço das equipes conta com um profissional remoto. 
  • Está lançando uma iniciativa para apoiar de forma mais ampla e melhor os trabalhadores remotos nos Estados Unidos e Austrália. A iniciativa é um esforço para superar os concorrentes no recrutamento de talentos que não desejam mudar para os polos de tecnologia como Sydney e São Francisco. 

Quer saber mais sobre o assunto? Confira a matéria original publicada pela CNBC clicando aqui.