REMOTE FIRST. Um curta-metragem sobre liberdade e propósito nas relações de trabalho. Assista agora!

Refletindo sobre os modelos de gestão mais comuns, vem à tona o micro-gerenciamento, a desconfiança, a restrição de liberdade e até mesmo a punição. Talvez estejamos muito ocupados promovendo a inovação e esquecendo das pessoas. Como se estivéssemos adotando uma embalagem mais hipster, mas por dentro funcionando da mesma forma do século XIX.

Afinal, onde estão os talentos?

Especialmente em áreas relacionadas à tecnologia e inovação, vemos uma busca incansável pelos melhores profissionais. Empresas estão tendo dificuldade para trazer os talentos que fazem essa roda girar.

A verdade é que tem um conflito no ar, e está cada vez mais crítico. De um lado os líderes frustrados, dizendo que é difícil encontrar gente boa e comprometida. Falam que não há envolvimento, que as pessoas só entregam o que foi pedido, e olhe lá. Ninguém quer nada com nada.

Do outro lado, os profissionais preferindo largar tudo isso para buscar mais liberdade e sentido no que fazem todos os dias. E começam a descobrir o poder da flexibilidade. Descobrem que não é mais uma utopia conciliar sonhos pessoais e profissionais, e que é uma premissa básica ter o controle sobre a sua própria rotina.

O futuro do trabalho é Officeless

O trabalho remoto já tem sido um dos principais motores dessa transformação, à medida que proporciona relações mais baseadas em liberdade, autonomia e confiança. As pessoas querem ser mais felizes, trabalhar de onde se sentem mais produtivas e de onde faz mais sentido naquele momento.

O fato é que a relação das pessoas com o trabalho está mudando de uma forma muito acelerada.

Uma pesquisa recente mostrou que 54% das pessoas mudariam de empresa imediatamente para ter esse tipo de flexibilidade.

Um dia desses fiz um post no Linkedin recomendando Designers incríveis que trabalharam comigo e estavam buscando novas oportunidades. Recebi vários contatos, e a maioria esmagadora era para vagas presenciais.

Acontece que essa galera já não se enxerga mais dentro de um escritório, ou mesmo presos a uma única cidade. Na verdade buscarão cada vez mais possibilidades que o trabalho remoto proporciona. E com isso várias empresas perderam a oportunidade de absorver ótimos talentos.

Trabalho remoto é muito mais do que home-office. Não é sobre o local de trabalho.

Para completar, a tentativa de surfar a onda do home-office, sem abrir mão do controle pode resultar em um tombo. Não existe sucesso no trabalho remoto sem repensar o papel gerencial.

Não adianta trocar a obrigatoriedade de trabalhar no escritório pela obrigatoriedade de trabalhar de casa, micro-gerenciando, controlando e fiscalizando as pessoas virtualmente. Ninguém quer ser vigiado.

A forma como medimos o sucesso do trabalho muda na mesma proporção da diversidade de locais possíveis.

Os melhores profissionais não estão na sua cidade

Os talentos não estão em falta, mas os melhores profissionais já descobriram o poder da flexibilidade. Se preparar para rodar com um time distribuído é uma grande aposta que você deveria fazer para ampliar as suas possibilidades de atrair as pessoas certas, que farão a real diferença. Isso certamente refletirá nos resultados, na conexão, e no engajamento.

É difícil acreditar que esse movimento tem volta. O futuro do trabalho será mais Officeless do que nunca. Está pronto para fazer parte desse movimento?

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