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Aula #
33

O que aprendi após 100 horas de facilitação online

Renato Contaifer
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Officeless

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O que aprendi após 100 horas de facilitação online.

Antes de mais nada, a facilitação não é necessariamente uma profissão ou cargo. Onde tem um grupo e um desafio existe um espaço de protagonismo ou de liderança para ser ocupado. No contexto do ambiente online, o papel de facilitação é muito bem-vindo em qualquer videoconferência em grupo.

Esqueça o presencial e já comece pelo digital. Esse é um modelo de trabalho diferente, que tem suas particularidades, e uma forma própria das pessoas se comunicarem, colaborarem e criarem engajamento.

E falando em engajamento, esse é o desafio clássico de uma reunião ou atividade em grupo. Ao colocar diferentes pessoas em uma vídeo chamada, o ritmo, o tempo e o controle da fala precisam ser intencionalmente direcionados. O silêncio incomoda, duas pessoas falando juntas, confunde. Precisamos de um processo minimamente estruturado para para conduzir o grupo ao seu objetivo.

Está cada vez mais difícil ter a atenção das pessoas. Em tempos de formatos de conteúdos de 15 segundos, a informação é líquida, rápida, e pouca gente consegue ficar assistir alguém falando por uma hora, sem se distrair olhando no celular ou abrindo outras abas.

As pessoas participam daquilo que elas criam, equilibre conteúdo com a participação ativa, e conduza as pessoas pelo processo. Mas evite usar muitas ferramentas. Quanto maior o grupo, menos ferramentas eu utilizo, e busco garantir que os participantes terão familiaridade com elas.

Crie espaços para as pessoas conversarem em grupos menores, incentive o registro visual do que está sendo produzido. Nós podemos inclusive alcançar mais, falando menos. E trabalhar em cima das informações que estamos gerando.

E não deixe de torne acionável. O que adianta tudo aquilo se a pessoa não imagina como aplicar ao contexto dela? Convide a imaginar como implementar imediatamente o que foi ensinado.

Por fim, divirta-se. Ninguém aguenta uma vídeo chamada chata, entediante e improdutiva. Está com os facilitadores e facilitadoras a responsabilidade de criar espaços digitais mais inclusivos, produtivos e energizantes.

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